Sem dar chance a questionamentos, Matteo segura minha mão e me conduz até o estacionamento. Em silêncio, entramos no carro, e ele logo começa a dirigir. Com uma expressão irritada e os dedos sem cor de tanto apertar o volante, por alguns minutos, seu olhar permanece fixo na estrada.
— Eu não queria te deixar assim... — tento argumentar, mas seu olhar me cala antes que eu possa completar a frase.
— Você tem noção do medo que senti quando te procurei e não encontrei? Tem ideia do caos que acontec