Jeff
A droga da campainha continuava a soar aumentando ainda mais minha dor de cabeça.
Me levantei e fui até a porta, abrindo sem se quer me lembrar de olhar pelo olho mágico para saber de quem se tratava.
A figura esguia de Bervely surgiu na minha frente.
— Jeff , querido, eu sinto muito — disse com pesar e se jogou em meus braços.
A última coisa que eu precisava era lidar com Bervely naquele momento. Sequer conseguia pensar direito.
— O que faz aqui Bervely? — Me afastei com delicadeza.
— Eu