— Sabe de uma coisa? — sussurrei, com um sorriso torto e perigoso. — Mesmo que sua alergia seja ruim, eu não quero que você seja curado.
Ele arqueou uma sobrancelha, confuso.
— Por que não?
— Porque se uma delas te tocar, sua pele vai reagir, você vai espirrar, vai ficar vermelho... e eu vou saber.