Cap.66
A INFILTRADA
A luz da manhã entrava pelas cortinas como uma faca.
Minha cabeça latejava. A boca tinha gosto de vinho velho e arrependimento. O estômago embrulhava a cada movimento, como se tivesse um ouriço-do-mar girando dentro de mim.
Abri os olhos e não reconheci o teto.
“Onde estou?”
O q