Cap.18
O palácio era um monumento à arrogância.
Maelyn já estivera ali antes, em outros tempos, quando ainda era a mulher que Azael apresentava com orgulho aos sócios e investidores. Agora, as colunas de mármore, os lustres de cristal, os tapetes vermelhos que se estendiam como línguas de fogo, tudo parecia zombar dela.
O carro parou na entrada principal.
— A senhora deseja que eu espere? — perguntou o motorista, um homem novo, que a tratava com a mesma neutralidade profissional com que tratari