Cap.106
Ele me mantinha presa contra a cômoda, minhas pernas bem abertas ao redor do seu quadril. O sobretudo de couro roçava na pele nua das minhas coxas, frio e macio em contraste com o calor infernal que irradiava do corpo dele.
Seus beijos no meu pescoço eram famintos, molhados.
Cada vez que ele chupava minha pele com força, eu sentia o sangue subir à superfície, quente e latejante.
Quando os dentes afundavam, uma dor aguda explodia, misturando-se ao prazer insano que o afrodíaco amplifica