Através de uma janela de vidro, Keira avistou uma menina pequena, mal com nove anos, sentada sozinha numa sala de espera do outro lado do corredor. O rosto mostrava arranhões em processo de cicatrização, e o braço esquerdo estava envolto num gesso vibrante de cor rosa. Algo na solidão da criança puxou o coração de Keira. Ela notou as lágrimas escorrendo pelo rostinho.
— Já volto — ela sussurrou para Amelia, antes de atravessar o corredor e entrar na sala de espera.
Keira sentou na cadeira vazi