Samanta
O som metálico da tranca da porta ecoando na sala da presidência selou o ar, transformando o escritório de Lorenzo Bellini em uma câmara de pressão. O silêncio que se seguiu foi quase ensurdecedor. Lorenzo não se deu ao trabalho de contornar sua mesa de ébano para sentar-se na cadeira de couro italiana. Ele permaneceu ali, parado como uma estátua de mármore esculpida com precisão e arrogância, com a postura impecável de um homem que controla o destino de milhares de funcionários, mas c