Samanta
O balanço do ônibus e o cansaço acumulado de uma semana de cão foram o nocaute perfeito. Antes mesmo de sairmos do terminal rodoviário, eu já estava lutando para manter as pálpebras abertas. No automático, peguei o celular e digitei uma mensagem rápida para o meu pai avisando sobre o atraso, bloqueei a tela e apaguei.
Acordei com o solavanco do ônibus parando na pequena rodoviária da minha cidade natal. O relógio marcava pouco mais de uma da manhã. Quando desci, encontrei meu pai anda