Samanta
— Respira, Sam! Pelo amor de Deus, puxa o ar pelo nariz e solta pela boca! — a voz da Giulia ecoava ao meu lado assim que entrei no banco traseiro do carro, mas parecia vir do fundo de um túnel aquático.
A dor não era apenas forte; era uma força da natureza rasgando o meu ventre de dentro para fora, queimando cada terminação nervosa da minha cintura para baixo. Eu cravava as unhas nos joelhos da minha própria túnica de formatura, tentando encontrar algum ponto de apoio enquanto o carro