Samanta
O domingo finalmente chegou, e com ele a rara bênção de uma manhã sem o som estridente do alarme. A luz dourada e suave do sol italiano atravessava as frestas da cortina do meu quarto, desenhando rendas de sombra e brilho sobre o lençol claro. Respirei fundo, deixando o peito se encher com o ar puro que vinha das colinas, sentindo o calor acolhedor da cama me abraçar.
Levei a mão devagar até o meu ventre, deslizando os dedos com todo o carinho do mundo pela curva delicada que já se sobr