Alguns minutos depois, vi Dante se afastar do balcão e caminhar em minha direção com dois copos nas mãos. Tentei agir naturalmente, como se não tivesse passado os últimos minutos prestando atenção na conversa dele com Juliana.
— Sua bebida — disse, entregando um dos copos para mim.
— Obrigada.
Peguei e bebi um pouco. Ele ficou ao meu lado novamente e, pouco depois, senti sua mão retornar à minha cintura. Aquilo deveria ter me deixado mais tranquila, mas aconteceu justamente o contrário; havia a