— Você está bem? — perguntei, olhando para Fabiane, que ainda parecia meio desnorteada.
— Sim, estou — respondeu, passando a mão pela boca. — Só engoli um pouco de água.
Toquei seu rosto e passei a mão com cuidado, ajudando-a a secar a água que ainda escorria.
Naquele momento, eu estava com tanta raiva de Juliana que, se pudesse, jogaria aquela mulher no mar para os tubarões. Ela sabia muito bem que Fabiane não sabia nadar e, ainda assim, resolveu fazer aquela brincadeira idiota.
— Eu acho que