Dafne não sabia como responder ao entusiasmado pedido da pequena. Mas tentou elaborar uma resposta plausível.
- O papai já é muito grande para ser beijado – ela respondeu, apressada.
- Não é, não. É, papai? – rebateu Lavínia com um sorriso fofo.
- Claro que não. – Ele disse com um brilho nos olhos que reconhecia o embaraço de Dafne. Cézar aguardou.
Sem opção, Dafne ficou na ponta dos pés e tocou os lábios na face dele numa breve carícia.
Cezar sorriu, com perversa diversão.
- Agora, onde vamos