A noite tava quente como fornalha quando nós quatro nos enfiamos naquela barraca de lona no meio da fazenda. A Laysla no meio de nós três, cheirando a flor do campo e suor doce, com aqueles olho lindo brilhando no escuro feito vaga-lume.
Mal deitamos, os beijo começaram — e porra, que bagunça gostosa foi aquela. Eu, Teófilo e o Bento, cada um querendo um pedaço da boca dela. O beijo da Laysla era coisa do demônio: quente, molhado, com a língua dela fazendo voltinha que deixava a gente doido.