Acordei com a pele suada, o peito subindo e descendo devagar. O cheiro de homem misturado com o meu, tudo quente e apertado. Um braço pesado sobre a minha barriga — certeza que era do Isidóro, porque até dormindo ele me agarrava como quem defende um pedaço de terra — a perna peluda de Teófilo atravessada na minha coxa e Bento com a cabeça encaixada no meu pescoço, respirando manso. Pareciam filhotes procurando abrigo, se aninhando em mim como se eu fosse casa.
E por um segundo eu me senti exa