CAPÍTULO 47. AO PRÓPRIO INFERNO
Na bruma da inconsciência ouvi os gritos de mnha mãe, os das minhas tias e até os do meu pai, aparentemente não se importando com sua lesão quando ele me viu desvanecer, ele se levantou, prendendo-me em seus braços antes de me bater no chão e em meio aos protestos dos presentes, depois disso deixei de ver, sentir, ouvir, até ficar totalmente submerso naquela escuridão profunda, preso como se estivesse nas mandíbulas de um animal selvagem.
Lá estava ele, eu podia vê-lo correndo em um campo à min