Braadock.
1 mês já tinha se passado e o mesmo tormento que me consumiu quando eu perdi meu pai agora me perseguia novamente, só que desta vez era diferente. Era como se meu coração estivesse sendo esmagado por uma prensa gigante, e eu não conseguia respirar. Os pesadelos com Débora me assombravam todas as noites, e eu acordava suando frio, com a sensação de que eu havia perdido tudo o que era importante para mim.
Eu sabia que Débora estava lá fora, sozinha e grávida, e essa ideia me fazia que