Voltei para o quarto e fechei a porta capenga. Quando deitei na cama, senti a presença do meu cão da montanha dos Pirenéus.
- Gatão, você é grande demais para dividir esta cama. Esqueça a proposta que lhe fiz mais cedo.
Ele rosnou e se ajeitou. Encontrei um cantinho e o abracei. Ele gostava de carinho. E eu de um amigo leal e companheiro. Gatão era tudo que eu tinha naquele hospício.
Torci para Anya morrer, mesmo sabendo que não seria o sal em excesso que faria aquilo acontecer.
No dia seguinte