Eu a amo (II)

— Vou morrer? — perguntei à médica, amedrontada.

Ela sorriu e antes que respondesse, Theo disse:

— Ela é filha de Bárbara Novaes, então a pergunta é um tanto quanto... Normal — explicou.

— Creio que não vá morrer. — Riu divertidamente a médica. — Mas me preocupa o fato de não mover os dedos.

Olhei para meus dedos e tentei mexê-los, mas realmente não obedeceram ao movimento. Imediatamente senti uma forte tontura.

— Preciso de um antitérmico imediatamente. Não reajo bem à febre. — Deixei claro.

A
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