— Vou morrer? — perguntei à médica, amedrontada.
Ela sorriu e antes que respondesse, Theo disse:
— Ela é filha de Bárbara Novaes, então a pergunta é um tanto quanto... Normal — explicou.
— Creio que não vá morrer. — Riu divertidamente a médica. — Mas me preocupa o fato de não mover os dedos.
Olhei para meus dedos e tentei mexê-los, mas realmente não obedeceram ao movimento. Imediatamente senti uma forte tontura.
— Preciso de um antitérmico imediatamente. Não reajo bem à febre. — Deixei claro.
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