Despertei sentindo as mãos de Theo no meu rosto. Estava deitada na cama, com a cabeça no colchão e três travesseiros sob minhas pernas, elevando-as.
- Como se sente? – Theo perguntou, de forma terna.
- Bem... – Menti, ainda me sentindo um pouco tonta – Precisamos ir... – Tentei levantar.
Theo impediu-me:
- Vamos aguardar mais alguns minutos, até que se recupere. Você teve um desmaio.
- Eu nunca desmaiei na vida! – Falei, aturdida.
- Ficou muito nervosa.
- Theo... – senti as lágrimas inundarem m