Memórias de Fabi...
— Bom dia, minha menina! — Ela diz, mas não com a sua habitual alegria. E, Deus, como amo esse seu carinho!
— Bom dia, Anita! — Tento pôr alegria na voz e me sirvo uma xícara de café sempre sobre o seu olhar especulativo.
— Não vai comer nada? — Céus, acabei de descobrir que Anita não é nada tola. Com certeza ela percebeu algo em mim, ou sou eu que não sei esconder nada de ninguém.
— Não estou com fome. Desculpe! — Ela arqueia as sobrancelhas e eu bufo internamente.
— Bom di