Memórias de Fabi...
Contudo, olho para trás, para o quadro sangrento. Marrony finalmente me solta e lágrimas tento aproximar-me do meu pai. No entanto, repentinamente estou trancada no quarto escuro outra vez. Não! Não! Não! Sussurro apavorada fitando o meu algoz em pé na entrada. Vejo toda a maldade nas suas retinas escuras. Marrony dá um passo em minha direção e por algum motivo me sinto altiva, na defensiva.
— NÃO SE APROXIME DE MIM! — grito ainda mais alto
— Olhe para mim, Fabi! Sou eu, o