Alex
Rio de janeiro, 6:37 da manhã.
Primeiro dia.
O coração bate errante cada vez que penso onde estou e o que farei. A cada batida, um suspiro de nervoso sai pela minha boca. Fabi o tempo todo segura a minha mão e mais uma vez, a vejo perdida nas maravilhas do Rio de Janeiro. Daqui do banco de trás do táxi, consigo ver parte da imagem do Cristo Redentor, coberta por uma densa névoa, por conta do frio que faz na cidade. Encaro o lugar por alguns instantes e após soltar mais um suspiro, peço ao