— Posso entrar? — Meu coração acelerou.
Eu ainda ficava nervosa, sentia o gostoso friozinho na barriga. Até quando nos beijávamos, eu ainda tremia em seus braços.
— Pode. — Estiquei o braço, liguei o abajur e me sentei na cama.
Eu não dormia mais com a porta aberta, não havia mais necessidades.
Eu confiava nele.
Douglas entrou e me ajeitei para o lado lhe dando espaço, meu moreno subiu na cama e deitou ao meu lado.
— Insônia? — Perguntei.
— Só quero um momentinho à sós com você. — Me abr