A fechadura estalou. Quando a porta se abriu, Peter nem teve tempo de processar o cenário. Sarah desabou para a frente, e ele a segurou pelos braços antes que ela atingisse o chão do corredor.
Ela chegou chorando. Um pranto feio, ruidoso, que vinha do fundo do estômago e roubava todo o seu ar. Peter a puxou para o interior do apartamento, bateu a porta com o calcanhar e tentou ampará-la enquanto ela cambaleava pela sala feito um animal atingido.
— Ele é um desgraçado! Um maldito! — ela gritava,