Iara ainda não sabia como, mas imaginava possibilidades demais para conseguir se agarrar a uma única resposta confortável, e isso era o pior.
Porque homens como Eros Bitencourt não tropeçavam em pessoas por acidente duas vezes. Homens como ele registravam detalhes, guardavam silêncios, juntavam peças invisíveis e apareciam na porta de alguém meses depois como se aquela invasão tivesse sido apenas uma consequência lógica do mundo.
Ela só pedia a Deus, aos santos, ao acaso e a qualquer força mi