O som dos pneus do carro gritou contra o asfalto, a buzina do caminhão rasgou a noite novamente, e Renato foi forçado a continuar até o fim da ponte, porque não podia simplesmente deter o carro no meio da faixa sem provocar uma colisão.
Ela tentou agarrar alguma coisa, mas seus dedos encontraram apenas capim molhado e galhos frágeis que se partiram na mão. Desceu rolando, sem conseguir parar, batendo o ombro ferido contra o chão, a cabeça latejando, misturando lembranças que não pareciam ser de