— Quem estava lá? – perguntou Lua franzindo a testa.
Lucas fechou os olhos por um instante, tentando se livrar da visão daquele sorriso que um dia o encantou como o canto da criatura mística que remetia ao nome dela.
Havia algo quase vergonhoso em admitir que uma mulher podia continuar dominando seus sentidos tantos anos depois.
Ele era adulto, acionista, executivo, herdeiro de um império, homem suficiente para tomar decisões milionárias antes do almoço. Ainda assim, bastou um rosto no corredor