Eu estava ali, na cama do Bryan, tentando entender por que simplesmente não conseguia me levantar. Não era preguiça, nem cansaço. Era algo mais. Algo sobre o modo como ele me segurava, como se o mundo lá fora pudesse esperar.
Ainda assim, notei uma inquietação nele, algo no jeito como ele olhava para o nada e movia os dedos sobre o lençol.
— Preciso olhar as meninas na piscina — ele disse, como se estivesse tentando se convencer de que tinha que se levantar.
— Pede pra babá olhar elas, por favo