Dezoito semanas de gestação. Eu já me sentia uma baleia encalhada, e meu humor estava mais embaralhado do que um baralho em um cassino de Las Vegas. Nem eu mesma conseguia me tolerar.
— Isso é culpa dele! — gritei, jogando um travesseiro no chão, como se aquele ato fosse resolver algo.
Eu queria mesmo era jogar o Bryan, mas o homem tinha o dom de desaparecer na hora em que seria útil para levar a culpa. Pena, porque seria terapêutico.
Três batidas na porta interromperam meu turbilhão de pensame