Luna acordou com o celular vibrando insistentemente sobre a mesa de cabeceira.
Gemeu baixo, se virando na cama, os olhos ainda pesados demais para abrir direito. Pegou o aparelho às cegas, levou até perto do rosto e piscou algumas vezes até conseguir focar na tela.
Mãe.
— Alô… — murmurou, a voz rouca, ainda meio perdida no sono.
— Minha filha! — a voz de Alice veio do outro lado, animada demais para aquele horário. Que horas eram no Havaí? — Seu irmão me mostrou! Você viu isso? Eu vi tudo!
Luna