— O que significa isso? — Questiono, indo atrás dela quando finalmente a minha voz saiu. Meu coração está acelerado e eu estou sentindo um pouco de… pânico? Não, não pode ser isso, só estou impressionado, é só isso.
Bato na porta, exigindo que ela abra, mas a filha da puta me ignora. Estou bufando de ódio, quando sinto uma batida no meu ombro, é o Daniel.
— Tudo bem, cara? O que foi isso? — Perguntou, encarando a porta.
— Eu não faço ideia — respondi, com um suspiro. —Que porra! Por que essa mulher não abre essa porta logo? —Resmungo, ainda batendo na madeira.
— O que ela tem? — Daniel pergunta, sua voz é quase um sussurro para impedir que os outros ouçam.
— Eu não sei. Manda eles saírem, a reunião acabou! — Digo e continuo insistindo para a Jules abrir a maldita porta, mas nada, ela continua fingindo-se de surda.
— Certo. Você quer que eu chame a emergência? O samu? Sei lá.
— Não, eu mesmo vou levá-la ao hospital. Pode ir!
— Ok.
Eu estou fazendo o possível para não perder de