— A senhora tá brava? — Pergunto fungando.
— Não, Jules, eu não estou brava, estou preocupada. — Me encara com olhos tristes — eu fico mal por ver você sofrer assim e não por correr o risco de perder dinheiro. Eu não quero te ver cair novamente, Jules, e se o preço de continuar aqui nessa casa e nessa vida for sua saúde, eu desejo ser pobre o resto da vida — sua voz embarga — chega de sofrer, minha filha.
— Mas é tudo que o papai deixou, mãe? Essa empresa era o sonho dele, a vida dele e eu n