126. AS GARRAS DOS ALFAS
KAESAR:
Nosso destino estava em jogo e poderia ser nossa perdição. Cada palavra da figura ressoava, zombando da fragilidade de nossa situação. Kian, meu lobo, sentiu como seu instinto reclamava o que sempre fora seu.
—Não permitirei que brinque conosco —disse, firmemente—. A promessa que fiz não será um sacrifício em suas mãos.
A sombra brilhava, desfrutando de nosso desconforto. O colar dançava em sua mão, o símbolo do passado colidindo com o futuro que ainda estava por se definir. A cada