Já está escuro quando começo a voltar para o dormitório. O campus está muito mais silencioso agora, iluminado apenas pelos postes espalhados pelos caminhos de pedra e pelas luzes acesas dos prédios da faculdade.
O vento frio da noite bagunça alguns fios soltos do meu cabelo enquanto aperto o casaco contra o corpo.
Meu celular vibra dentro do bolso.
Paro de andar e o pego imediatamente, curiosa.
Uma mensagem de um número desconhecido aparece na tela.
“Quero te ver hoje. Estou com sauda