Ísis
— Henrique, me ajuda! Ele vai tirar nosso bebê! — Gritei desesperada.
— Eu estou indo te salvar, meu amor! Seu filho da puta! Não toque no meu filho. Eu juro que vou te matar, Heitor!
Eu chorava e balançava a cabeça desesperadamente, gritando pelo Henrique. O pânico me sufocava enquanto Heitor permanecia parado observando meu sofrimento com uma satisfação diabólica. Seu silêncio era frio e calculista, enquanto virava a garrafa bebendo longos e lentos goles até que desligou a ligação.
— Por