Enquanto o som do vento varria as copas das árvores, Peter e Elvira se deixavam levar pelo instinto. O corpo dela, suado e selvagem, cavalgava sobre ele como se cada movimento fosse uma dança proibida.
O ranger da cama misturava-se aos gemidos abafados que escapavam de seus lábios. Ele segurava firme a cintura dela, os dedos marcando a pele fria, enquanto Elvira rebolava em um ritmo que o fazia perder o fôlego.
“ Assim, Peter…” ela sussurrou, mordendo o lábio inferior, o olhar febril. “ Quer qu