Ethan Doyle
A cidade de Nova York nunca dorme, mas às sete da manhã de uma segunda-feira chuvosa, ela parece tentar. O cinza das nuvens paira sobre os prédios como um lembrete de que o sucesso, assim como a luz, precisa ser forjado em meio à escuridão. A chuva desenha cortinas líquidas nos vidros do meu escritório no 42º andar. De dentro, o mundo lá embaixo parece um borrão de luzes e movimentos lentos, sem som. É aqui que eu me sinto no controle. No topo.
Meu nome é Ethan Doyle tenho quarenta