Olhei para Rafael, cujo rosto expressava uma emoção frenética.
Isso era bem esquisito.
Ele estendeu os braços em minha direção.
— Letícia, minha irmã, finalmente posso ver você de novo.
Com repulsa, me virei de costas.
— Rafael, eu já disse: não vou mais te chamar de irmão. Eu não sou sua irmã.
A excitação em seus olhos lentamente se dissipou, e seus braços gradualmente caíram.
Ele falou baixinho:
— Irmã, se eu morresse, você ficaria feliz?
Com um pedido difícil de expressar.
— Não. Se possível,