Ele estava realmente ferido, sua postura dura e evitando de fazer contato visual comigo, esse não era o Marcos que eu conhecia.
— Eu não vou embora, não há nada que você possa fazer para que eu vá. — falei sendo firme e assisti sua postura se enrijecer ainda mais.
— Só vá Emily. Por favor! — ele murmurou, indo em direção aos quartos e eu o segui.
— Não adianta Marcos Almeida, mesmo que a polícia apareça aqui eu não vou sair. Não tem a menor chance! — afirmei determinada, e recebi seu aceno n