Nos despedimos da minha mãe e da minha irmã com muita dificuldade, visto que nenhuma queria que realmente saíssemos de lá, e só quando me enfiei na caminhonete foi que pude respirar aliviado.
Como se também tivesse que soltar o peso do mundo em um suspiro, Kalid respirou fundo e tombou a cabeça no encosto do banco.
Seus olhos se fixaram em um ponto qualquer do parabrisa.
Só quando dei partida, e comecei a dirigir pelas ruas calmas, ela me olhou.
— Sua mãe tem razão, não tem?
A olhei de sosla