Carla acordou sentindo um leve aperto no peito. Hoje seria um dia bem difícil. Em duas horas, estaria frente a frente com Ronald e, mais complicado ainda, com Hermínio. Ela não sabia como o velho a receberia, mas algo dentro dela dizia que não seria fácil.
— Vamos, Davi, é hora de levantar — disse ela, chamando o filho ainda meio adormecido.
— Mamãe, só mais cinco minutinhos — respondeu ele, com aquela preguiça de sempre.
— Não, meu amor. Você tem que ir para a escola. A mamãe já vai te deix