A recepção do casamento estava chegando ao fim, e a música suave já ecoava de maneira menos intensa pela sala. Ronald se aproximou de Ingrid, que conversava com algumas tias distantes. Com um toque leve no braço dela, ele murmurou:
— Ingrid, já está tarde. Vamos para casa?
Ela assentiu com um sorriso discreto. No entanto, antes que eles pudessem sair, Hermínio, que estava próximo, não perdeu a oportunidade de intervir.
— Ora, Ronald, você poderia muito bem levar a Ingrid para Paris. Que tipo