HECTOR:
O carpete do quarto de hotel estava ficando gasto de tanto que eu andava de um lado para o outro.
Minha mente era um turbilhão de fúria e desespero. Passava as mãos pelo cabelo, incapaz de me sentar, incapaz de respirar direito.
Cada batida do meu coração parecia um aviso de que o tempo estava correndo.
Eu precisava tirar a Nayla daquela mansão. Agora.
A ideia de que ela estava sob o teto do Cássio Cupertini, revirava o meu estômago.
O velho era um predador.
Quanto mai