O nome dela piscava na tela de cinco em cinco minutos.
O aparelho vibrava contra a madeira da mesa, um som persistente que parecia martelar diretamente no meu cérebro.
Cada vibração do celular parecia uma faca entrando mais fundo no meu peito.
Porque eu sabia exatamente o que ela estava pensando naquele momento.
Ela achava que eu estava desistindo dela.
Enquanto eu estava enlouquecendo tentando impedir que ela morresse.
Olhava para o telefone tocando sem parar e, ao mesmo tempo, ol