Ana Luiza
Já tinham sido quantos drinks mesmo? Três? Quatro? Não, espera... cinco. Ou seis? Já nem sabia mais. Tudo que tinha certeza é que o mundo tava girando do jeito mais gostoso possível. As luzes da balada dançavam junto com a gente, e o som da música vibrava no meu peito como um segundo coração. Beatriz e Murilo riam alto, os rostos corados pela bebida e pela euforia da noite, e eu? Bem, eu me sentia viva. Livre. Sexy. E absolutamente incontrolável.
A gente dançava no meio da pista, se e