A noite parecia mais longa que o normal.
Félix e Augusto saíram com David do apartamento e naquele instante, senti meu coração gelar e meu corpo foi envolvido por uma enorme segurança.
Eu estava já na minha xícara de café, quando senti uma mão no meu ombro me fazendo congelar.
—Mamãe...- Disse Charlie, com um timbre de voz sonolento. —Não consigo dormir. Estou com medo.
—Medo? – Perguntei sínica, me virando para a olhar. —Por que está com medo? Não há nada de errado.
Ela coçou os olhos e começo