112. Não Vou Quebrar
ELIANA
O calor se acumulou no meu cerne. Minha respiração estava descompassada, minha pele quente de excitação. Seus carinhos delicados me deixavam cada vez mais selvagem, mais ardente pela necessidade de sua posse.
Ainda assim, eu queria que aquela fosse uma experiência maravilhosa não apenas para mim, mas para nós dois. Queria que ele sentisse o mesmo prazer que estava me dando.
— Quero o seu pau na minha boca, *daddy* — arfei, ficando de joelhos.
A língua de Scott deslizou lentamente, umede