ERIC
Chego em casa com Alan e o ajudo a se acomodar no quarto.
— Ei, cara… quer que eu fique?
Ele solta uma risada fraca e ergue uma sobrancelha.
— Como quando éramos filhotes?
Sorrio de canto, lembrando das noites em que nos amontoávamos no mesmo quarto depois de algum pesadelo ou confusão.
— Sim. Como quando éramos filhotes.
— Eu vou ficar bem, mano. Um macho com uma cicatriz não é o fim do mundo.
Ele dá de ombros, mas o olhar escurece.
— Mas se fosse a Alina… se aquele líquido